POLICIA, MILÍCIA E TRAFICANTES SE UNEM PARA DESTRUIR O CANDOMBLÉ NO RJ
O impensável e o inadmissível está acontecendo nas favelas cariocas.
Policiais militares, milicianos e traficantes convertidos pelas igrejas evangélicas neopentecostais se uniram em grupos paramilitares e estão expulsando, ameaçando, agredindo e perseguindo os adeptos e simpatizantes das religiões de matriz africana que residem nestas comunidades.
Em reportagem publicada hoje no Jornal Extra, nossos irmãos do Candomblé relatam que são proibidos de usarem roupas brancas e tem seus terreiros proibidos de exercer suas atividades.
Há muito o Rio de Janeiro vem se tornando terra de ninguém, onde polícia, milícia e traficantes exercem e impõe com total liberdade a violência contra os cidadãos
Esta união criminosa conta com o irrestrito apoio e estímulo de igrejas evangélicas neopentecostais, que incentivam a perseguição religiosa nas favelas como forma de se estabelecerem de maneira absoluta nestes locais, visando atingir o maior número de fiéis e, desta forma, aumentarem seus faturamentos com o dízimo.
Mais do que nunca o povo das religiões de matriz africana de todo o Brasil deve estar unido e denunciar está barbárie nas redes sociais e, assim, pressionar o Ministério Público e as autoridades para intervirem nesta realidade e protegerem nossos irmãos que correm risco de vida.
Unidos somos mais fortes!
Enviado por : Diego Campoz


Lamentável que nossa sociedade ainda viva a sombra do preconceito
ResponderExcluirJá vem acontecendo a anos. só vem piorando. em outras comunidades. Ontem li no Carta Capital. a mesma reportagem.
ResponderExcluirPor que o Candomblé incomoda tanto?
ResponderExcluirO Candomblé, a Umbanda é a macumba em geral são espaços de resistência e identidade afro indígena, além de ser uma prática assumida e abertamente espiritualista.
Nas quebradas do país inteiro os terreiros são concorrência para as igrejas neopentecostais. Mais do que isso, os macumbeiros são O inimigo. São os representantes do Diabo, é de vem os demônios que provocam os vícios, a depravação sexual e tudo de ruim que possa acontecer com uma pessoa comum. A narrativa é essa. Ódio aos macumbeiros. A intolerância cospe na nossa cara. O que é muito bizarro, que os macumbeiros não conseguem conversar entre si sobre qualquer aspecto da vida de um macumbeiro sem que haja desavenças e julgamentos.
Candomblé, Umbanda e afins nunca resistiram à 300 anos de escravidão e violência legalizada e incentivada. Ainda vai resistir muito, sempre. Porém cedo ou tarde a violência da intolerância pode bater na nossa porta, em nossa cara, em nossos filhos.
O povo de santo precisa se unir mais, conversar mais entre si, e se abrir mais para as diferenças internas que existem dentro do universo das religiões afrobrasileiras.
Isso não é preconceito é um grupo criminozo estorquindo e coagindo cidadãos. Onde está o MP do país?
ResponderExcluirO respeito a Fé das pessoas é respeito da Deus. Esses criminosos podem ficar impunes aqui na Terra mas na Lei de Deus eles terão que pagar, Deus é justiceiro.
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